Os 6 pilares da comunicação sem interrupção

Sabendo que a comunicação mudou e que hoje ela precisa cada vez mais agregar valor às pessoas, a Reklama decidiu “organizar” os tipos de comunicação que fazem isso. Vamos lá:

(caso tenha caído aqui de paraquedas e não faça ideia do que significa Comunicação sem Interrupção, dá uma lida nesse artigo: https://docs.google.com/document/d/12UhJZe0hvWzn3QdzpLrco2ypxcAt1_cKUWy9alnhJZM/edit)

















Criação de evento proprietário: 
Criação de um evento por completo (não apenas o patrocinio de um evento já existente). Pode ser um workshop sobre algo que faça sentido para clientes ou até um grande evento musical. Cobrando entrada ou gratuito, grande ou pequeno, o importante é ser um evento feito pela marca.

Criação de um evento por completo (não apenas o patrocinio de um evento já existente). Pode ser um workshop sobre algo que faça sentido para clientes ou até um grande evento musical. Cobrando entrada ou gratuito, grande ou pequeno, o importante é ser um evento feito pela marca.

Exemplo: RedBull BC One

Fonte: Divulgação/Redbull

Ativação em evento:
Ação feita dentro de um evento existente. Pode ser um espaço lounge dentro de um show ou um jogo de perguntas e respostas num feirão. Até mesmo uma degustação de produto pode ser considerada ativação em evento.

Exemplo: Ativações de evento no Rock in Rio

Fonte: Divulgação/Rock in Rio

Mala direta:
Envio de produto ou peça de divulgação diretamente para a casa das pessoas. Pode ser um kit completo com itens caros ou apenas um catálogo de preços. A ideia aqui é fazer a ponte direta entre marca e cliente, tendo impacto direcionado.

Exemplo: Inspirações de Mala Direta

Fonte: Pinterest

Conteúdo digital:
Todo tipo de produto digital autoral criado por marca ou empresa que seja disponibilizado gratuitamente e tenha algum conteúdo relevante para as pessoas. O formato pode variar entre podcasts, vídeos para youtube, email marketing, entre outros. O importante é agregar valor de fato e não apenas divulgar a marca. Ou seja, mesmo caso a pessoa não seja consumidora da marca, o produto pode lhe ser útil.

Exemplo: Canal do Youtube de decoração feito pela MRV

Criação de produto:
Toda peça física que tenha como objetivo agregar algum valor através da forma. Não precisa necessariamente ser um produto inovador, um flyer em papel mais grosso e em formato de leque já pode ser considerado criação de produto. 

Exemplo: Parceria da Adobe com Moleskine

Fonte: Divulgação/Moleskine

Intervenção urbana:
Qualquer ação de marca que tenha relação com a cidade. Pode ser um museu autoral, uma rede de bicicletas compartilhadas ou mesmo uma ação que conserte buracos na rua. A ideia aqui é agregar valor a cidade e, consequentemente, às pessoas.

Exemplo: Ação da Dominus para tapar buracos

Fonte: Divulgação/Dominus

Ainda existem alguns conceitos que geram dúvida se entram ou não nos pilares, como Cashback (dinheiro de volta) e criação de lovebrand (times de futebol autorais). A definição é o menos importante, o que realmente importa é agregar valor às pessoas.